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A Visitar
Monsanto:
Alcandorada num cabeço que se impõe ao olhar na maior parte dos horizontes, a aldeia de Monsanto detém um encanto singular, para o que contribuem os dois títulos atribuídos no século XX - Aldeia mais portuguesa de Portugal em 1938, e o de aldeia histórica em 1995. Ícone turístico da região, Monsanto é uma experiência peculiar para quem a visita. Muitas são as histórias e lendas.
A parte mais antiga está no ponto mais alto, onde os templários construiram uma cerca com uma torre de menagem.
Idanha-a-Velha:
Pelo notável conjunto de ruínas que conserva, ocupa o lugar de realce no contexto das estações arqueológicas do país.
Ergue-se no espaço onde outrora existiu uma cidade de fundação romana capital da Civitas Igaeditanorum(século I a.C.), mais tarde sede episcopal sob o domínio Suevo e Visigótico.
Ocupada pelos muçulmanos no sécculo VIII, foi reconquistada pelos cristãos no século XII. Doada à ordem do templo no século XIII mantém vestígios de diversas épocas que evidenciam uma grande permanência civilizacional.
Penha Garcia:
As suas origens perdem-se no tempo. Foi sede de município desde o século XIII e couto de homiziados a pedido do Infante D. Henrique até finais do século XVIII. D. Afonso III concedeu-lhe carta de Foral em 1256 e D. Manuel em 1510. D. Dinis doou a vila com o seu castelo aos Cavaleiros do Templo e com a sua extinção passou para a Ordem de Cristo.
Monfortinho:
Bastante antiga, esta freguesia, localiza-se na Raia estando geograficamente separada de Espanha apenas pelo Rio Erges que ali nasce indo, posteriormente, contribuir para o aumento do caudal do rio Tejo, como seu afluente.
Fazem parte da freguesia os lugares de Torre e Termas de Monfortinho.
Antes das guerras da Restauração, Monfortinho teve uma certa importância social, mas foi praticamente destruída pelos espanhóis depois de 1640.
Parque Natural do Tejo Internacional:
O Parque Natural do Tejo Internacional é um parque natural português que abrange uma área em que o rio Tejo constitui a fronteira entre Portugal e Espanha, englobando partes dos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão.
A vegetação do parque inclui bosques de sobreiros e azinheiras e galerias de salgueiros (Salix sp.) ao longo dos rios. É uma importante área de nidificação de aves, podendo-se observar a águia-de-bonelli, águia-real, abutre-fouveiro e abutre-do-egito.
Também abriga populações de cegonhas-pretas, uma espécie rara em Portugal. Os mamíferos do parque incluem a lontra-europeia, o gato-bravo, o veado-vermelho e a gineta. Também se destacam os salgueirais de Salix spp. Muitas destas são espécies raras, algumas encontram-se mesmo em vias de extinção e, por isso, esta é uma área protegida.
No Parque Natural do Tejo Internacional coexistem harmoniosamente centenas de espécies animais e vegetais com núcleos humanos tradicionais. Aqui e além, há lugarejos rústicos e quase despovoadas, mas há também aldeias renovadas, com casario cuidado. Tudo à espera de ser desvendado por si.






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